Você sabe o que é Green Building?

Essa nova modalidade de construção ajuda não só o setor, mas também na sustentabilidade aliada ao meio-ambiente.

Muito se fala em uma vida mais sustentável, alimentação que não prejudique o meio ambiente. Mas e que tal pensar no processo da construção de uma casa? Quão sustentável e saudável pode ser? O Green Building é justamente essa preocupação com o impacto do setor na sociedade e planeta.

Em expansão, as chamadas “cortinas verdes” são mais frequentes a cada ano e conseguem cada vez mais adeptos. O planejamento para a construção de um green building se dá em todas as etapas, minuciosamente, para diminuir o maior número possível de desperdício e criar um projeto, desde seu desenho até sua finalização, muito voltado para a sustentabilidade.

Com materiais “verdes”, mão de obra especializada e a utilização de tecnologias, é possível construir uma casa que cause o menor dano possível ao meio em que ela está – seja urbano ou rural. De painéis de energia solar até a captação da água da chuva, tudo encontra um reuso.

 

Mas como funcionam, de fato?

Com máxima eficiência e foco em aproveitar 100% dos materiais. As construções verdes, claro, observam e levam em consideração o meio em que estão inseridas, além de procurar melhorar a qualidade de vida do seu morador. Esse bem-estar é, muitas vezes, uma das principais motivações para criar casas Green Building, afinal a utilização e o direcionamento correto de ações ecológicas fazem bem para todos.

E isso também tem reflexo direto no custo diário dessas residências que, por terem uma construção mais sustentável, a longo prazo os valores são benefícios – além da segurança de ser algo construtivo para a sociedade e com um impacto positivo.

 

Ok, mas como é o mercado no Brasil?

Em 2019 o US Green Building Council (USGBC) fez um levantamento onde apontou que o Brasil ocupava a quarta posição com maior área certificada LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), em uma lista com dez países e regiões fora dos Estados Unidos.

Esse selo é o responsável por avaliar quais edificações atendem aos requisitos ambientais e energéticos deliberados pelo órgão. Atualmente, o Brasil soma mais de 1.450 projetos certificados pelo LEED.

Alguns exemplos interessantes ao redor do mundo são:

  • One Central Park, na Austrália;
  • Parkroyal on Pickering, em Singapura;
  • Bosco Centrale, em Curitiba, no Brasil;
  • Bosco Verticale, na Itália.

O Green Building Council (GBC) também está presente no Brasil. Esse movimento global está presente em outros 80 países e trabalha diretamente com indústria da construção aliada à sustentabilidade. Além do LEED, são inúmeras outras certificações disponíveis em território nacional. E a Anima é membro desse grupo que pensa em construir um futuro sustentável com responsabilidade econômica e socioambiental.

As vantagens para quem investe em um imóvel que promove a sustentabilidade desde a sua construção são inúmeros, e é bom para construtor e público final, sendo uma verdadeira mudança de concepção e mentalidade que a Anima apoia e engaja.

 

E como o conceito Anima se encaixa?

Como membro do GBC Brasil, a Anima entende que, cada vez mais, as pessoas entendem e consideram o meio ambiente como uma prioridade ao buscarem um local para viver. Pesquisas revelam que até 80% das pessoas levam esse tópico em consideração quando falam de moradia.

Outro dado é que, como passamos 90% dentro da área construída, buscamos conforto, bem-estar e sensações que são muito ligadas aos aspectos sustentáveis – algo essencial nos empreendimentos modernos.

Um estudo realizado pelo GBC Brasil constatou que empreendimentos com essas características têm potencial de valorização até 20% maior do que os projetos convencionais – isso é olhar para o futuro tendo o futuro, o novo, o inovador como parâmetro.

São, ao todo, nove fundamentos que transformam um espaço em construtivo e sustentável: boa ventilação; boa qualidade do ar; adequada saúde térmica; boa qualidade da água; controle de umidade; controle de poeiras e pragas; diminuição de ruído; boa iluminação e vistas; segurança e proteção.

Além disso, o design biofílico, outro conceito da Anima, traz um pouco da natureza para a vida dentro do ambiente, preenchendo espaços entre necessidade genética e a realidade do estilo de vida.

Atrelada a essas e outras práticas voltadas ao sustentável e à qualidade de vida traduzem bem a experiência positiva para os usuários em todos os pontos de contato e do projeto. O impacto é nas construções, mas muito mais na vida das pessoas e no futuro do planeta.

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